7 perguntas e respostas sobre a Neve na Austrália.

“The winter is coming…” De fato esta foi a frase que mais ouvi aqui na Austrália desde que a temperatura começou cair. E ela caiu mesmo. O país é conhecido por pessoas bronzeadas, praias e um ótimo clima, mas nos meses de junho, julho e início de agosto o país é marcado pelas baixas temperaturas e neve! Tenho recebido alguns comentários no blog à respeito da neve aqui na Austrália, então resolvi juntar tudo e fazer uma postagem só respondendo todo mundo, espero que agrade!

1. Quando e onde posso ver neve na Austrália?
A região alpina da Austrália se localiza em New South Wales e em Victoria. Em NSW você certamente encontrará neve em Snowy Mountains durante Junho a Setembro  é lá também que se localiza o maior alpe da austrália, o Mount Kosciuszko com 2228 metros e 1/4 da altura do Monte Everest. Em Victoria, a High Country está localizada à alguma horas de carro de Melbourne e tem grandes nevascas durante todo o inverno. Na Tasmânia também se vê neve durante o inverno, inclusive o ponto turístico mais procurado no inverno é o Mount Wellington, famoso por ter sido escalado por Charles Darwin, ele pode ser visitado na cidade de Hobart, e fica apenas 40 minutos do centro da cidade.

2. Quando o frio realmente chega aos Alpes Australianos?
As estações são bem marcadas, portanto assim que começar o inverno pode esperar, vem frio e neve por aí. O tempo pode mudar rapidamente nos Alpes australianos. As temperaturas podem variar muito nas montanhas e quanto mais altas são elas, mais frio fica. No início do inverno as frentes frias e tempestades vinda do oceano sul começam a trazer o frio pra Austrália e com elas temperaturas abaixo de zero e neve. O frio mais intenso na Austrália foi -23ºC em Charlote (1994) em suas montanhas nevadas. Portanto, se você está à procura de baixas temperaturas aqui é o lugar.

Mt. Weelington, Hobart (TAS).  Fonte: wikimedia.org

Mt. Weelington, Hobart (TAS). Fonte: wikimedia.org

3. É possível fazer esqui ou snowboard na Australia?
SIM! Australianos aguardam o ano todo o inverno para esquiar e praticar snowboard. Em NSW você pode praticar o esporte na cidade de Kiandra, conhecida também como berço do esqui australiano quando noruegueses em passaram a produzir seus próprios esquis e introduziram o esporte na região em 1861. Em Victoria você vai poder fazer isso na região do Mount Buller. Todos os resorts têm escolas de esqui para todos os níveis de idade e habilidade tornando fácil aprender um novo esporte.

Classes de Snowboard - Fonte: www.snowsummit.com

Classes de Snowboard – Fonte: http://www.snowsummit.com

4. E onde estão essas pistas?
Há resorts em três estados australianos que servem para o esqui, snowboard e outras atividades na neve.

  • New South Wales  é o lar de quatro estâncias resorts: Thredbo, Perisher, Selwyn Snowfields e Charlotte Pass.
  • Victoria tem 5 resorts: Mount Hotham, Falls Creek, Mount Buller, Mount Buffalo e Mount Baw Baw.
  • Tasmânia tem 2 áreas de esqui em Ben Lomond e Mount Mawson.

    Mount Buller, Victoria. Fonte: http://www.deancooper.com.au/

    Mount Buller, Victoria. Fonte: http://www.deancooper.com.au/

5. Existe algum evento relacionado com a estação de inverno?
SIM! Inclusive é o maior jogo de inverno do Hemisfério Sul! É o Victorian Interschools Snowsports Championships, responsável por trazer mais de 5.000 estudantes australianos para participarem de competições em diversas modalidades. Os jovens  representam sua escola e os melhores competidores têm a oportunidade de ir e competir em uma competição nacional, representando o seu estado. Noventa por cento dos esportistas de inverno na Austrália iniciaram suas carreiras nesse campeonato. Imperdível.

SUBARU VICTORIAN INTERSCHOOLS SNOWSPORTS CHAMPIONSHIPS - Fonte: http://vicinterschools.com.au/

SUBARU VICTORIAN INTERSCHOOLS SNOWSPORTS CHAMPIONSHIPS – Fonte: http://vicinterschools.com.au/

6. Mas é só snowboard ou esqui?
Há muitas experiências de neve na Austrália, e não apenas esqui e snowboard. Tobogã, tubos de neve e trenós são muito populares em todos os resorts. Guerra com bolas de neve e fazer bonecos de neve também fazem parte da diversão, facilmente você pode voltar a ser criança. Há maneiras originais para aproveitar o pontos turísticos australianos, uma delas pode ser passeios com trenó puxados por cães.

Passeio de trenós puxado por Huskies em Falls Creek. Fonte: http://www.heraldsun.com.au/

Passeio de trenós puxado por Huskies em Falls Creek. Fonte: http://www.heraldsun.com.au/

7. Que experiência eu vou poder tirar disso?
Tenha certeza que a experiência é rica! O inverno australiano também é marcado por alguns animais nativos que só se vê na nave como wombats, gambás, cangurús e pasmem, cavalos selvagens podem ser vistos ocasionalmente nos campos de neve.
Há uma incrível variedade aves exclusivas na região fria. Quanto às pessoas, os australianos são simpáticos e sempre prontos para ajudá-lo dentro e fora das pistas de esqui, se necessário.
Não importa se você nunca foi à neve ou se você é um esquiador avançado, você vai encontrar algo único nos campos de neve da Austrália e nesse caso para cada um é uma experiência diferente. Os Alpes australianos são belos e por vezes esquecido parte da paisagem australiana.

Então, da próxima vez que você pensa da Austrália, assim como as praias e o deserto australiano lembre-se: aqui neva também.

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Road Trip Grampians National Park

Alugue um carro de última hora, junte os amigos e saia sem destino! Pois foi bem assim que aconteceu nossa última Road Trip pela Austrália. Tudo aconteceu de última hora e local decido às pressas foi o Grampians National Park que apesar de ser decidido em última hora não perdeu e nem deixou a desejar em nada com relação as outras opções de turismo que a Austrália tem para o oferecer.

Pra quem gosta trekking, caminhada e montanhismo o lugar é execelente! O parque fica localizado em Halls Gap uma área conhecida pelas cadeias de montanhas e cânions. Lá é possível em um dia só caminhar, apreciar a natureza e os rochedos formados pela mãe natureza.

As paisagens são de perder o fôlego e… LITERALMENTE PERDER O FÔLEGO!

Para chegar até o topo é preciso “caminhar” 2.100 metros, entretanto, estes com inclinação bruta!
Descobrimos lá que esses 2.100 metros não são em distância horizontal mas sim vertical, em altura.

O fim da caminhada e trekking compensa qualquer esforço feito para chegar até o topo, a sensação de liberdade e ao mesmo tempo de contemplação é incrível.

Bom, eu não tenho muito pra ficar falando, é melhor eu postar um vídeo massa que fizemos e as fotos, aí vocês vão entender…

Partiu!

 

Red Balconies.

Red Balconies.

Caminho estreito até o Pinacle.

Caminho estreito até o Pinnacle.

Manos da BYO. (Eu (Ivan), Doglas, Edu e Rai.

Manos da BYO. (Eu (Ivan), Doglas, Edu e Rai.

Cavernas

Cavernas

Be careful!

Be careful!

Em outro topo!

Red Balconies – Na pontinha again!

Pinacle

Pinnacle – O ponto mais conhecido do parque nacional.

Pinacle, principal atração do Parque.

Pinnacle, principal atração do Parque.

Vista para todo o Halls Gap.

Vista para todo o Halls Gap, Lago e Parque Nacional Grampians.

Manos da BYO

Manos da BYO

Na pontinha.

Na pontinha.

Caminho para os Red Balconies

Caminho para os Red Balconies

Canions!

Canions!

Yes! 2100 metros!

Yes! 2100 metros!

Canions.

Canions.

12 Apóstolos e Great Ocean Road

“Surpreenda-se com o Twelve Apostles” – Essa era a promessa que nós mais tínhamos ouvido durante os últimos seis meses de Austrália. E realmente aconteceu, o Parque Nacional dos 12 Apóstolos promete e cumpre!

Pra começar, organizamos nossa viagem no dia anterior, uma sexta-feira,  às 11hs da noite, eu e um grupo na balada outros em casa, e como sempre dizemos que viajar sem planos é muito bom, lá fomos nós, com cara, coragem e carro alugado, sentido à um dos lugares mais lindos que já conheci, a Great Ocean Road e ao Parque Nacional dos 12 Apóstolos.

“Desfrute de tudo o que o cenário tem a oferecer nas famosas torres de arenito da Great Ocean Road. Esqueça as coisas sem importância da vida, percorrendo essa impressionante costa escarpada e exposta ao vento onde ficam os famosos Twelve Apostles (Doze Apóstolos).” Frases como essa não são nada incomuns ao se andar por Melbourne. E foram elas que nos atraíram até lá, e a garantia de esquecer de tudo foi verdadeira, pelo menos no momento que estava lá foi possível esquecer as “coisas sem importância da vida” e desfrutar de um lugar incrível, a sensação era de estar em outro mundo, o cenário é maravilhoso e as paisagens até agora não saíram da minha cabeça.

As colunas de arenito, os 12 Apóstolos, despontam do Oceano Antártico no Port Campbell National Park como fossem nobres sentinelas de um mundo ancestral. Há muito e muito anos, ou há 20 milhões de anos, estavam presos aos penhascos do continente. Eles foram esculpidos por ondas e ventos como cavernas, depois arcos e, por fim, colunas com até 45 metros de altura.

Os elementos implacáveis da natureza continuam provocando erosão nos espigões a uma velocidade de aproximadamente dois centímetros por ano. Hoje restam apenas oito colunas e algumas se renderam às forças da natureza nos últimos anos. O Arco de Londres fazia parte de uma ponte de via dupla até 1990 quando o arco mais perto da costa desmoronou deixando dois turistas presos e assustados. Outro Apóstolo de 50 metros desabou em 2005.

É uma sensação revigorante de fim de mundo contemplar esta costa varrida por ventos e mares violentos. Nos 12 Apóstolos é possível sentir a brisa do mar no seu rosto, ouvir o ruído dos respiradouros esguichando água e observar o mar batendo de encontro às colunas.

Em dias mais calmos, é possível ver os Twelve Apostles se transformarem de sinistras silhuetas na sombra em gloriosos monumentos de areia coloridos pela luz do sol. Contemple vistas de tirar o fôlego na alvorada e no pôr-do-sol ou tenha uma ideia da escala épica deste lugar a partir da ampla praia abaixo. Desça os 70 metros do despenhadeiro Gibson Steps até chegar à areia, aonde você vai se sentir um anão ao lado de uma gigantesca coluna rochosa.

Ouça histórias de naufrágios e conheça a geologia e a ecologia da costa em caminhadas autoguiadas pela Loch Ard Gorge. Ou veja de perto os espetaculares Apóstolos, como Razorback, Island Archway, Thunder Cave, Bakers Oven Rock, Sentinel Rocks e Grotto. Você também pode aproveitar essa costa esculpida e repleta de navios naufragados com uma aula de história em uma viagem de helicóptero.

A erosão causada pelos elementos da natureza tem tentado apagar esses imensos pilares por milhões de anos, mas bastam alguns minutos aqui para apagar as pequenas preocupações da sua cabeça.

Pois é, parte do texto acima não é meu, você pode encontrá-lo aqui, impossível descrever por mim mesmo tudo o que aquele local proporciona.

No mais, fotos abaixo:

Tasmânia (Parte 2)

Cataract Gorge

Cataract Gorge

E lá vamos nós para a segunda parte da nossa Trip pela Tasmânia!

As duas principais cidades da Tasmânia são Hobart (capital) e Launceston que é conhecida por ser portuária e próxima a Devonport e por isso recebe muitos turistas que chegam de barco vindos de Melbourne ou Sydney.

Saímos logo de manhãzinha e apesar de Launceston ser na região norte e no centro da Tasmânia, resolvemos fazer algo diferente: fazer o caminho pela Tasman Higway, que segue por toda East Coast (Costa Leste) da Tasmânia, caminho esse que prometia lugares e pontos incríveis para fotos e aproveitar as praias paradisíacas da região leste.

Seguimos então rumo a Launceston com primeira parada na famosa Wineglass Bay, uma bahia no meio de uma cadeia de montanhas. A Wineglass Bay é praticamente parada obrigatória aqui também, segundo os guias turísticos e livros, o lugar chega a ser comparado com praias da Tailândia, e apesar de não ter conhecido a Tailândia (ainda), se as praias de lá forem como a Wineglass Bay não quero sair de lá jamais! A Wineglass está localizada dentro do Freicinet National Park onde além de conhecer o parque é possível praticar montanhismo, trekking e explorar tudo o que o parque tem pra oferecer.

A nossa próxima parada foi um tanto inusitada, resolvemos seguir sem motivo uma placa dizendo: “Friendly Beaches” e sem esperar encontramos mais um paraíso na Tasmânia, chegamos à praia de aguas claras, azuis, areia branquinha e deserta, nem precisou convite para descermos do carro e aproveitar mais um lugar incrível.

Será que eu estava na Tasmânia mesmo?

A viagem continuou após a Friendly Beach e fomos então para Launceston pela Heritage Higway, rodovia conhecida pelos diversos patrimônios da humanidade que ela tem, não preciso então dizer como foram os próximos 100km sentido à Launceston.

Depois de curtir muita estrada, chegamos em nosso hostel que parecia uma casa mal assombrada, ficar lá era a última coisa que queríamos fazer, tínhamos em mente conhecer toda a cidade mas esse plano foi literalmente por água abaixo quando chegamos no nossa primeira atração em Launceston, o Cataract Gorge Park.

O Cataract Gorge não é um parque comum, nele existe um rio que corta toda a cidade, é cercado por montanhas e animais selvagens, conta com uma ponte pensa lindíssima e muita trilha. Fomos lá conhecer o parque, fizemos trilhas, tiramos fotos até que, no meio do parque, cercada por montanhas e muito verde, uma PISCINA gigante e limpa nos esperavam e NA FAIXA! E como já é sabido por todos, mochileiro que se preze sempre economiza dinheiro, aproveitamos todo o nosso dia lá mesmo, as outras atraçoes? Ah! Isso nós resolvemos deixar para uma próxima oportunidade, afinal não é todo dia que se tem um lugar tão exótico e incrível como esse para passar uma tarde. Pra mim um dos melhores dias em Tassie!

Por fim, depois de acordarmos às 3:00 da manhã com o alarme de incêndio no hostel, voltamos para Hobart, aproveitamos os próximos dois dias para curtir outro hostel diferente, outras praias, o porto e o centro histórico da cidade.

Tassie, como dizem os austrálianos, é simplesmente incrível, é um local onde você pode encontrar de tudo, seja as pessoas diferentes, os animais mais peculiares, selva, rio, mar, montanha e até os melhores serviços públicos que já viu na vida, a piscina do Cataract Gorge é um exemplo.

Certamente não esperava que iria encontrar tudo o que vi na Tasmânia, acabei me surpreendendo e com vontade de voltar pra lá, não é à toa que segundo o guia Lonely Planet, Tassie é um dos Top10 lugares para se visitar no mundo!

Por enquanto, é só!

Melbourne está me esperando, então…

PartiuMelbourne!

Férias na Tasmânia (Parte 1)

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Topo do Mt. Wellington

Alvo de piadas na Austrália pelo seu isolamento, a Tasmânia igonorou esse estigma e tem mostrado para o mundo que a “ilha” pode ser deslumbrante, única e acessível. Ainda um pouco tímida, o resto da Austrália passou a visitar Tassie (como é carinhosamente conhecida por aqui) e descobriu que Tássie tem tudo: grandes montanhas, desertos, praias inabitadas, vida selvagem abundante, rio, mar, parques, gastronomia, cena artística própria e uma recém-descoberta rica vida urbana.

Recentemente Tassie foi eleita pela Lonely Planet como um dos TOP 10 locais para se visitar no mundo, diante das passagens baratas e a proximidade de Melbourne, tomamos o nosso voo e decolamos rumo às terras Tassie.

E lá fomos nós eu e mais três amigos rumo à Tasmânia, e apesar de ouvir que não encontraríamos nada por lá, resolvemos mesmo assim encarar a trip e saber por nós mesmo se a Tasmânia seria ou não mais um simples local sem atrações para visitar, NOS ENGANAMOS!

Nosso primeiro destino foi Hobart, capital da Tasmânia, encontramos uma cidade pacata e cheia de história, como chegamos à noite, fomos conhecer o centro histórico o Port Arthur e a famosa Salamanca Street tão falada nos guias turísticos conhecida pelos pubs, fizemos um “pub tour” por quatro pubs temáticos, entre eles o Jack Greene Pub, com decoração de livraria antiga cheio de chamas e lareiras, lugar aconchegante para tomar um bom vinho, celebrar o primeiro dia de trip e a recente notícia que ficaríamos na Austrália por mais um ano.

No dia seguinte partimos logo cedo para o Salamanca Market, bem semelhante as feiras brasileiras, a feira contava com elementos da cultura Tassie e gastronomia de todos os lugares do mundo, ótimo lugar para quem tomar um café da manhã diferente e se envolver com a cultura Tassie variando de música, artes, artesanato e informação.

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Salamanca Marke

Para economizar alugamos um carro para as nossas trips nas redondezas de Hobart, essa foi a melhor solução, já que os tours variavam de 20-45 dólares por pessoa, o aluguel em média de AUD 80 (divididos em 5 pessoas) com km livre por dia, essa foi a opção escolhida, e lá fomos nós.

A Tasmânia é cercada de montanhas, entre elas estava o Mount Wellington em Hobart, o maior da região com 1.270 metros de

Mt. Wellington - Hobart

Mt. Wellington – Hobart

altura acima do mar. Subir ao topo é praticamente obrigatório para quem vem a Tasmânia, Charles Darwin que não era bobo aproveitou sua passagem por Tassie e também subiu ao monte, a única diferença foi que ele subiu a pé, nós de carro.

Já que tínhamos alugado o carro, resolvemos conhecer as cidades nas redondezas, entre elas Huon e seu Port Huon e Frankllin onde tivemos a oportunidade de comer os famosos “fish and chips” a bordo de um restaurante flutuante. Como o dia seguinte seria bem cheio, compramos beers, cidra e voltamos para hostel, fomos descansar, rir das situações do dia e planejar o dia seguinte: Hasting Caves & Thermal Springs e depois Praia.

Hasting Caves & Thermal Springs

Hasting Caves & Thermal Springs

Acordamos cedo e fomos nós pro meio da selva, fomos logo para Hasting Caves & Thermal Springs Reserve, conhecida pela rica vida selvagem e suas cavernas, nas trilhas é possível ver equidnas, platyplus (com sorte) e wallabies, entretanto fomos mais interessados na exploração da caverna Newdegate Cave com mais de 40 milhões de anos e predominantemente formada por dolomita. A exploração dura em média 2 horas e você tem acesso a diversos espaços e salões da caverna, podendo apreciar todos os tipos de formações, em torno de 50 metros abaixo da terra. Após a exploração o brinde final é ter direito de desfrutar da piscina termal do parque ou as áreas para barbecue e picnic.

Voltamos para Hobart passando em alguns locais para tirar fotos e curtir as praias afinal a estrada que nos levava para a Hasting Caves era ao lado da bahia de Hobart, cheia de praias desertas, aproveitamos e fizemos um lanche em Dover e voltamos pra Hobart.

Como voltamos cedo e sim, somos brasileiros e adoramos praia, o dia terminou na praia. A escolhida foi a Seven Mile Beach, conhecida por ser uma “Hidden Beach” em Hobart, e como de escondida ela não tinha nada, a encontramos e partimos rumo a ela, limpa, pacata e deserta! Pronto, tínhamos uma praia só pra nós!

Seven Miles Beach

Seven Miles Beach

No dia seguinte fomos para Launceston outra famosa grande cidade pela Tasman Highway, passamos por locais paradisíacos, entre eles o Wineglass Bay, Friendly Beaches e o melhor parque que já conheci o Cataract Gorge, mas isso é assunto para o próximo post!

Por hoje…

PARTIUTASMANIA!

Fotos Parte 1: